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Sumiço de morador de Bangu é investigado pela polícia



O último contato de Rafael foi por mensagem de celular com uma colega de classe, às 5h11m. O conteúdo da conversa intriga os investigadores — o jovem teria enviado um recado, no qual diz: “Sonhei que Deus me pegava, me tirava dessa vida, e tô com uma sensação estranha, porque foi um sonho muito real. (...) Mas tô em paz, seja o que Ele quiser”.

De acordo com parentes, Rafael, que mora em Bangu, saiu de casa às 6h vestindo bermuda e camisa de manga curta. Ele levava uma mochila preta, e avisou aos pais que teria um trabalho acadêmico para apresentar naquela manhã.

A família contou que o estudante costuma pegar dois ônibus para ir à UFRJ: um da linha 918 (Jardim Violeta-Bonsucesso) até Madureira e um BRT, que o deixava na faculdade. A polícia já apura informações no trajeto feito pelo jovem.

Amigos e parentes não sabem apontar uma razão para o desaparecimento de Rafael, descrito como um jovem sem problemas. Tia dele, Sandra Fernandes contou que o perfil do universitário no Facebook foi apagado:

— Não sabemos se isso foi feito por ele ou uma outra pessoa. Achamos estranho, porque Rafael é um rapaz de família, tranquilo e estudioso, que nunca deu trabalho a ninguém.

Rose Rodrigues, vizinha da família, disse que conhece Rafael desde pequeno e, emocionada, frisou que o estudante “jamais se envolveu com coisas erradas”:

— Os pais são evangélicos, e Rafael costuma acompanhá-los nos cultos da igreja que frequentam.

Segundo colegas de faculdade, Rafael era monitor de álgebra e trabalhava no Responde Aí (site destinado a alunos que buscam ajuda nos estudos). Ele também ajudava o pai em serviços de frete.

Quem tiver informações sobre Rafael pode entrar em contato com a família pelo telefone 24047230.



Autor: Redação Ferreguion

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