BRASIL

Governo e apoiadores do PT não possuem argumentos, e culpam a Globo por tudo


Neste domingo, 10, começou a ser veiculado na TV e no rádio peças publicitárias do Partido dos Trabalhadores (PT) que mostram manifestantes gritando palavras de ordem contra a Rede Globo. A legenda de Luiz Inácio Lula da Silva começou a fazer a ofensiva contra a emissora depois que a Folha de São Paulo publicou que o canal retiraria do ar qualquer programa para mostrar a votação do impeachment contra a presidente da república Dilma Rousseff, prevista para acontecer no próximo dia 17.

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O problema para o PT é que não será só a Globo que dedicará atenção mais do que especial a um momento que deve entrar na história do Brasil. Além dos jornais, rádio e sites, demais canais de televisão decidiram dar total atenção a votação que acontecerá na Câmara.

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A definição das grades de programação vão depender muito da decisão desta segunda-feira, 11, quando acontece a comissão do impeachment que decidirá se haverá mesmo a votação e como essa irá acontecer. O dia 17 é quase 100% certo, mas faltam outras coisas a serem definidas, como, por exemplo, se a votação será nominal ou não. E se será feita no microfone com um deputado de cada vez ou através do painel eletrônico.

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De acordo com o jornalista Flávio Ricco, do UOL, todos os canais abertos vão fazer uma programação especial neste dia. Além da Rede Globo, Record, SBT e Bandeirantes já decidiram que vão tirar tudo do ar para exibir a votação. A TV Brasil, do governo, segundo um editor-chefe do canal disse em uma rede social, também fará o mesmo. A empresa de Edir Macedo deslocará mais de 200 jornalistas em um plantão que promete ser histórico. Comentaristas, entrevistados especiais e políticos já estão conversando com essas empresas para falarem após a votação, que não deve ter a entrada permitida dos jornalistas, mas que terá todo o seu processo exibido pela TV Câmara.

A presidente Dilma tenta agora fazer com que a votação não passe para o Senado, onde as condições para ela são mais difíceis. Para que isso ocorra, ela só precisa de um terço dos parlamentares, o que não deveria ser tão difícil.

Autor: Redação Ferreguion

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